INVESTIGAÇÃO SÉRICA (EXAMES DE SANGUE)

INVESTIGAÇÃO HORMONAL                                                                                                                                                                                              Abortos repetidos podem estar associados a alterações hormonais, como doença da tireoide descompensada e diabetes mellitus. Pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos podem ter risco discretamente aumentado de abortos em virtude da disfunção do hormônio insulina.
INVESTIGAÇÃO GENÉTICA                                                                                                                                                                                  Essencial na avaliação dessas situações (abortamentos de repetição e falhas de implantação embrionária) – a prevalência de alterações genéticas parentais nessas situações pode chegar a 10%. A identificação dessas alterações muda de forma significativa o prognóstico de gestação com evolução normal e altera o tipo de tratamento a ser oferecido.
INVESTIGAÇÃO DE TROMBOFILIAS                                                                                                                                                                                 As alterações da coagulação sanguínea materna são responsáveis por aproximadamente 10% dos abortos recorrentes. Elas são divididas em trombofilias hereditárias (associadas a genes alterados) ou adquiridas. São avaliados inúmeros marcadores. O tratamento consiste na utilização de medicações anticoagulantes com o objetivo de permitir a vascularização adequada do feto, impedindo a falência da gestação. Pacientes com trombofilia possuem risco aumentado para outras complicações da gestação com pré-eclâmpsia, parto pré-termo, restrição de crescimento intrauterino.

INVESTIGAÇÃO IMUNOLÓGICA
A investigação imunológica é um dos fatores analisados e tem por objetivo tratar eventuais alterações com o intuito de aumentar as chances de gravidez. Porém, ainda encontra muitas controversas na literatura médica. A investigação inicial é realizada no Embrios Centro de Reprodução Humana e Ultrassom da Mulher e, quando necessário, o casal também é avaliado pelo Centro de Imunologia da Reprodução, serviço parceiro da clínica.


INVESTIGAÇÃO ANATÔMICA

HISTEROSCOPIA
Em algumas situações, a condição uterina facilita a ocorrência de abortos e impede a implantação embrionária. A avaliação da cavidade uterina é essencial para diagnóstico de alterações não identificadas na ultrassonografia de rotina. Endometrites e malformações uterinas podem ser causa de abortamentos de repetição. As histeroscopias são realizadas em ambiente hospitalar por médicos parceiros.


INVESGIAÇÃO DO MATERIAL DE ABORTO

POC
A análise genética do material do aborto é de crucial importância especialmente em casais que sofreram abortos recorrentes, sejam eles advindos de gestações naturais ou de reprodução assistida. A avaliação genética convencional do concepto (cariótipo por Banda G) pode incorrer em falhas pela técnica do exame e não analisa alterações menores, que também podem ser responsáveis pela inviabilidade do embrião. Para suprir essa lacuna, a análise por CGH avalia os 24 cromossomos e detecta alterações numéricas e estruturais, além de comparar esses resultados com o cariótipo materno, evitando equívocos quando o feto é feminino. Além dessas vantagens, o resultado é dado em até 10 dias e há baixa taxa de resultados inconclusivos, frequentes nas análises convencionais.

Selecione abaixo para ver as demais etapas da investigação dos abortos.

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