Podemos lhe ajudar

O Embrios possui diversos tratamentos que podem auxiliar você a realizar seu sonho, abaixo a lista de todos os tratamentos disponíveis, clique sobre um do seu interesse para entender como funciona. Para mais informações sobre um respectivo tratamento, entre em contato e agenda uma consulta.

Congelamento de sêmen

Utilizado para homens que sabem que poderão evoluir para quadros de azoospermia (ausência de espermatozoides). Os casos mais comuns são os de homens que necessitam realizar a retirada dos testículos, como em tumores, e, mais comumente, em homens que serão submetidos a tratamentos quimioterápicos, independente do local acometido pelo câncer. Leia também sobre congelamento de sêmen em oncofertilidade.

Adoção de embriões

Após o congelamento de embriões excedentes em um ciclo de fertilização in vitro, casais que alcançam seu objetivo, isto é, engravidam, podem realizar doação voluntária de seus embriões, de forma anônima. Dessa forma, auxiliam casais com dificuldades de engravidar que desejam adotar embriões. Os motivos pelos quais casais aceitam receber embriões doados são inúmeros: várias tentativas de fertilização com seus gametas sem sucesso, dúvida quanto a qual gameta é responsável pelos insucessos, mulheres mais velhas ou com baixa reserva ovariana em parceria com homens inférteis, mulheres mais velhas ou com baixa reserva ovariana e mulheres solteiras, casais que preferem um tratamento de menor custo.

Congelamento de embriões

Em casais inférteis, com o objetivo de evitar novos tratamentos complexos no futuro:
Quando excedentes em casos de infertilidade: é uma técnica que otimiza a relação entre custo e benefício das transferências embrionárias. Quando da realização de tratamentos de fertilização in vitro em casais inférteis, os embriões excedentes viáveis (de boa qualidade) devem ser congelados. Suas vantagens são a existência de nova(s) tentativa(s) de engravidar com custo menor, menor uso de medicações e menos intervenção e oportunidade de eventualmente aumentar a prole no futuro com embriões de quando a mulher era mais jovem, o que aumenta as chances de gestação. As desvantagens são o compromisso legal com o material biológico armazenado (embriões) em caso de casal não desejar mais ter filhos, em caso de separação do casal ou morte de um dos cônjuges. Leia mais legislação em reprodução assistida.

Em tratamentos de infertilidade com possibilidade de complicações clínicas ou piora da chance de gravidez quando transferência de embriões em ciclo fresco: 
1. Síndrome do Hiperestímulo Ovariano
Pacientes que produzem uma quantidade exagerada de óvulos em procedimentos de fertilização in vitro podem desenvolver uma complicação da estimulação da ovulação, a Síndrome do Hiperestímulo Ovariano. Esta síndrome se divide em precoce, quando acontece durante o processo de estimulação da ovulação, e tardia, quando acontece após a implantação do embrião. A primeira, é autolimitada e a terapia é de suporte, sendo realizadas intervenções conforme evolução e sintomas. A segunda ocorre somente se a paciente engravidar e, apesar de ser autolimitada, pode se prolongar até 3 meses de gravidez podendo ser grave. Por esse motivo, pacientes com alta produção de óvulos devem ser aconselhadas a realizar o procedimento de fertilização in vitro em duas etapas: a primeira consistirá da estimulação da ovulação, captação dos óvulos, fertilização in vitro e congelamento de todos os embriões. A segunda ocorrerá após aproximadamente 30 dias utilizando-se apenas medicamentos simples para preparo do endométrio para recepção de embriões descongelados.

2. Luteinização Precoce
Em alguns casos, a estimulação ovariana para a fertilização in vitro pode acarretar produção precoce de progesterona pelo ovário, o que pode precipitar em descompasso entre o desenvolvimento embrionário e a datação do endométrio. Nessas situações o melhor é congelar eletivamente todos os embriões após captação de óvulos e fertilização in vitro para em ciclo subsequente acontecer a transferência de embriões descongelados.

No desejo ou necessidade de postergar a maternidade
1. Planejamento Social: Casais que desejam ter filhos no futuro podem planejar realizar o procedimento de fertilização in vitro com congelamento dos embriões. A vantagem é que o congelamento de embriões ainda é mais seguro que o congelamento de óvulos. A desvantagem é que estarão congelados embriões que já são estruturas biológicas originadas da fertilização entre óvulo e espermatozoide, contemplando a carga genética de ambos os cônjuges.

2. Planejamento em Oncofertilidade: Tratamentos para alguns tumores malignos envolve ações que podem ser deletérias para a fertilidade, com diminuição ou destruição completa de gametas femininos (óvulos) e masculinos (espermatozoides). Em indivíduos com estabilidade no relacionamento afetivo e que são acometidos por um doença que necessite cirurgias do trato reprodutor (retirada de ovários ou testículos) ou uso de quimioterapias gonadotóxicas (que atingem ovários e testículos), realizar a fertilização in vitro com congelamento de embriões e posterior transferência dos mesmos para o útero quando da cura da doença, é uma boa alternativa para preservar a fertilidade.

Análise genética pré-implantacional

O PGD (Diagnóstico Genético Pré-Implantacional) e o PGS (Screening Cromossômico Pré-Gestacional) têm como objetivo evitar a transferência de embriões com alterações genéticas ou cromossômicas. Essas técnicas ainda não são utilizadas como rotina para todos casais submetidos à fertilização in vitro. É indicado para casais com risco elevado de terem bebês com anomalias genéticas, ou abortos de repetição de causa genética. A técnica consiste na abertura da zona pelúcida do embrião em seu 3º dia de desenvolvimento (estágio de 6 a 10 células) ou então no 5º dia com retirada de uma para análise genética. O Embrios conta com a parceria do Igenomix.

FIV/ICSI com Barriga Solidária

Tratamento realizado quando há riscos de morte caso a mulher engravide ou em casos em que a mulher possui malformação, ausência congênita ou cirúrgica do útero. A mulher é submetida à estimulação da ovulação para captação de óvulos e esses são inseminados pelo sêmen do companheiro (fertilização in vitro). Após desenvolvimento dos embriões em laboratório, esses são colocados no útero da mulher que cede o útero para a gestação daqueles embriões. A regulamentação brasileira proíbe fins lucrativos da cessão do útero e para tanto, autoriza apenas familiares de primeiro ou segundo grau a fazerem tal procedimento em solidariedade à paciente desprovida de possibilidade de gestar. Leia mais legislação em reprodução assistida.

FIV/ICSI com recepção de sêmen de doador

Procedimento utilizado em casos de ausência de espermatozoides no ejaculado ou na coleta alternativa de espermatozoides do parceiro. Também utilizado quando do desejo de produção independente de mulheres solteiras ou em casais homoafetivos femininos. Uma amostra de sêmen de doador anônimo é selecionada a partir de características do doador, obtidas em bancos de sêmen e é realizada a fertilização in vitro com esta amostra. Após desenvolvimento do(s) embrião(s), é realizada a transferência embrionária para o útero da mulher. O Embrios tem parceria com bancos de sêmen regulamentados pela ANVISA, como o Pro-Seed.

FIV/ICSI com programa de ovodoação

No Brasil, os tratamentos com óvulos doados são regulamentados pelo Conselho Federal de Medicina. A prática permitida no nosso país é a doação compartilhada de óvulos, onde a paciente doadora, também portadora de problemas de fertilidade, compartilha parte de seus óvulos (o excedente ao seu tratamento) e a paciente receptora de óvulos compartilha dos custos do tratamento da doadora.

Qual é o casal que necessita de tratamento com óvulo doado?

  1. Mulheres com idade avançada, onde a realização de tratamentos para engravidar terão baixas chances de sucesso ou elevado risco de aborto e/ou nascimento de bebês com problemas genéticos
  2. 2. Pacientes com baixa reserva ovariana
  3. 3. Pacientes que sofreram danos aos ovários, como cirurgias, sequelas de endometriose ou infecções graves, passado de lesões ovarianas ou tratamentos oncológicos.
  4. 4. Pacientes com várias falhas em tratamentos prévios, cuja hipótese que justifica os insucessos seja a qualidade de seu óvulo.
  5. 5. Mulheres com alterações genéticas, cujo sucesso em obter gestação de bebê saudável pode ser de baixa chance, alto custo emocional e financeiro


Quem pode ser doadora de óvulos?

  1. 1. Ter indicação médica de fertilização in vitro devido sua infertilidade, isto é, deve precisar de uma fertilização in vitro
  2. 2. Ter idade máxima de 35 anos
  3. 3. Ter reserva ovariana adequada para produzir óvulos para dois tratamentos (o próprio e o da receptora)
  4. 4. Apresentar sorologias negativas para infecções
  5. 5. Não ter histórico de doenças genéticas próprias ou na família
  6. 6. Ter avaliação genética normal
  7. 7. Estar disposta a doar óvulos excedentes além daqueles que necessita para ter a sua chance habitual de engravidar em um tratamento de fertilização in vitro.


Como funciona?
Após a avaliação por médico especialista e verificação de que a paciente preenche critérios para ser doadora de óvulos excedentes ao seu tratamento, uma busca nos arquivos da clínica é realizada para identificar um casal que deseja/precisa receber óvulos que seja compatível fisicamente com esta doadora. A seleção da paciente doadora se apoiará nas características físicas, como altura, cor de pele, cor dos olhos, estrutura física, tipagem sanguínea, ascendência familiar, entre outras.

Encontrando este casal, a paciente que é potencial doadora de óvulos inicia o processo convencional para realização da fertilização in vitro, sendo estimulada a produzir vários óvulos, através do uso e medicamentos. A receptora, por usa vez, utiliza medicamentos para preparar seu endométrio a fim de receber o embrião.

Ao término da estimulação ovariana, os óvulos serão captados e, havendo óvulos excedentes, eles serão divididos entre as duas pacientes. A proporção de óvulos que cabe à doadora será fecundado pelos espermatozoides de seu companheiro e a proporção de óvulos recebida pela receptora será fecundada pelos espermatozoides de seu companheiro. A seguir, a cada paciente será transferido seu(s) embrião(s) para o interior de seu útero. Para ambas pacientes, os cuidados durante e após o procedimento, são os mesmos das pacientes submetidas a fertilizações in vitro convencionais.

Essa forma de tratamento deve ter uma sustentação psicológica adequada para ambos casais. É preciso compreender que a genética do(s) bebê(s), tanto da doadora de óvulos quanto da receptora de óvulos, será proveniente da carga genética da doadora com a carga genética do respectivo cônjuge. As taxas de sucesso dessa modalidade de tratamento são estimulantes.

Pode-se dizer que está entre as formas de tratamento com maiores chances de sucesso na área de reprodução assistida, pois utiliza-se de embriões frescos provenientes de óvulos jovens transferidos para um útero preparado exclusivamente para a recepção dos mesmos. Isto quer dizer que a receptora dos óvulos não está sujeita a interferências de uma estimulação hormonal, o que poderia até diminuir as chances de gestação.

Sobre o programa
O primeiro passo para entrar no programa de doação compartilhada de óvulos é passar por uma avaliação com um dos nossos especialistas em reprodução humana. Nesta consulta, além de exame físico e avaliação de exames complementares, o médico irá orientá-la sobre o processo de ovodoação.

As pacientes que participam do programa de ovodação compartilhada são pacientes que precisam de tratamentos de reprodução assistida. Tanto a candidata à doação de óvulos, como a candidata à recepção de óvulos. Conforme a Resolução do CFM, mulheres sem problemas de infertilidade não podem ser doadoras de óvulos.

Sendo ovodoação compartilhada, onde doadora compartilha óvulos e receptora, custos, o valor de um tratamento de ovodoação para receptora é aproximadamente 30% maior que o custo de uma fertilização in vitro convencional com óvulos próprios. Os custos da fertilização in vitro para a doadora de óvulos são reduzidos, correspondendo a aproximadamente 40% do valor gasto em uma fertilização in vitro convencional. Exames, procedimentos cirúrgicos para obtenção de espermatozoides (no caso de homens vasectomizados ou que não tenham espermatozóides no ejaculado), congelamento de embriões, se necessário, ficam por conta de cada paciente.

Pacientes que se candidatam a serem doadoras de óvulos não devem obter nenhum ganho financeiro direto através dessa ação e devem ser asseguradas pela equipe médica de que caso produzam menos óvulos do que o esperado para suprir a demanda de duas pacientes, a prioridade será dela.

Essa modalidade de tratamento tem por exigência a preservação do anonimato, isto é, as pacientes doadora e receptora não devem se conhecer. Leia mais legislação em reprodução assistida.

Pacientes com desejo de realizar fertilização in vitro sendo doadora de óvulos podem agendar uma consulta sem custo com nossa equipe de enfermagem para avaliar sua participação em nosso programa. Para agendamento dessa consulta, clique aqui ou envie um e-mail para enfermagem@embrios.com.br. Preenchendo os critérios para participar do programa de doação compartilhada de oócitos, conforme previsto na resolução do CFM, você será encaminhada à consulta médica agendada, com condições especiais para pacientes do programa.

Inseminação intrauterina

Essa forma de tratamento é a escolha para casais cuja causa para não engravidar é a alteração leve dos espermatozoides, a endometriose mínima (sem alterações das trompas uterinas) e nos casos de infertilidade sem uma causa aparente. A paciente é submetida aos mesmos procedimentos do controle de ovulação com o diferencial de que nesta modalidade de tratamento o sêmen é processado de modo a selecionar os melhores espermatozoides e estes são colocados diretamente dentro da cavidade uterina para entrar em contato com o óvulo. Este tratamento também é considerado de baixa complexidade. Suas chances de sucesso oscilam em torno de 15% em casos selecionados. Assista ao vídeo explicativo sobre a inseminação intrauterina abaixo.

Indução da ovulação (coito programado)

Esta é uma opção simples de tratamento para casais cuja causa da infertilidade é a ausência da ovulação, inexistência de causa identificável e que tenham um tempo de infertilidade não muito longo.

O coito programado é a determinação do melhor período do ciclo menstrual para o casal ter relações sexuais e conseguir a gestação, utilizando-se o conhecimento médico e a tecnologia. Ele pode ser em ciclo natural ou com medicamentos indutores da ovulação. A literatura demonstra que quando bem indicado, as chances do coito programado precedido pelo uso de medicações indutoras da ovulação, são maiores do que as chances do coito programado natural, isto é, sem o uso de medicações. A desvantagem de realizar o coito programado sob uso de medicamentos é que o uso do ultrassom transvaginal torna-se IMPRESCINDÍVEL para o acompanhamento, tanto para evitar tratamentos demasiadamente longos onde a chance pode ser baixa de gravidez em virtude de inadequações de medicamentos, como no caso de superovulações não identificadas, acarretando risco de gestação múltipla com consequente morbidade da mãe e bebê(s).
Para realizar o coito programado, preconiza-se que os casais devam preencher os seguintes critérios, preferencialmente:

  1. • mulheres jovens (abaixo de 37 anos);
  2. • pacientes com fator ovulatório como única causa de infertilidade;
  3. • qualidade adequada do sêmen;
  4. • integridade anatômica do sistema reprodutor feminino, com pelo menos uma trompa uterina funcionante.
  5. • com tempo de tentativa menor que 2 anos

Quando bem indicado, isto é, para pacientes que se enquadram nos critérios acima, as taxas de sucesso dos coitos programados oscilam entre 8 a 15% ao mês.

Como funciona?
No primeiro ou segundo dia da menstruação a paciente deve entrar em contato com a clínica para comunicar a equipe médica e agendar o primeiro ultrassom. Nesse primeiro exame, será avaliada a reserva ovariana, a sincronicidade do tamanho dos folículos ovarianos, a ausência de folículos maiores que 10/12 milímetros e de cistos/folículos remanescentes do ciclo menstrual anterior.
Todos os requisitos acima estando preenchidos, é iniciada a estimulação da ovulação com o objetivo de se obterem 1 ou 2 folículos dominantes ao final do estímulo. Para tanto, são oferecidas quatro  possibilidades de indução da ovulação:

  1.  Antagonistas do estrogênio: medicação via oral, de baixo custo e reduzida incidência de efeitos colaterais, com dose variável, conforme cada caso. Há basicamente dois tipos desses medicamentos que são escolhidos conforme o caso da paciente. É a primeira escolha para pacientes com Síndrome dos Ovários Policísticos.
  2.  Gonadotrofinas injetáveis: Podem ser sintéticas ou naturais. Devem ser administradas em baixa dose para evitar ovulação múltipla com consequente risco de gestação gemelar ou multigemelar. É imprescindível o uso do ultrassom para controle de ovulação para evitar possíveis complicações ou, pelo menos, identificá-las. Tem custo moderado. São os mesmos medicamentos utilizados em tratamentos de alta complexidade como a fertilização in vitro.
  3.   Terapia combinada: Utiliza-se em conjunto os medicamentos via oral e os injetáveis com o intuito tanto de diminuir custo, como de evitar o crescimento de múltiplos folículos.

Após a prescrição dos medicamentos, aproximadamente 7 a 9 dias é agendado outro ultrassom para verificação da resposta ovariana aos medicamentos administrados através da verificação do crescimento folicular e os demais aspectos, como espessura endometrial. A  partir daí, é feito o controle com ou sem adição de novas medicações e orientações de relações sexuais. Os demais ultrassons vão sendo agendados conforme necessidade. Em média, são realizados 5 ultrassons durante o ciclo de estimulação para um tratamento de coito programado. Eventualmente podem ser necessárias dosagens hormonais .
Na eventualidade de não ruptura do folículo dominante ou necessidade de ovulação com dia determinado, desde que não influencie nas taxas de sucesso, pode-se utilizar medicamentos de deflagram a ruptura do folículo ovariano/ovulação, seguindo a orientação de relação sexual.  Após a determinação da ovulação, novo exame de ultrassom deve ser agendado para confirmação do evento ovulatório. Em geral, medicamentos de suporte de fase lútea (progesterona) são prescritos e aguarda-se aproximadamente 14 dias para verificar a ocorrência de gestação.

Congelamento de óvulos

O congelamento de óvulos para postergação da maternidade cada vez mais é uma alternativa para mulheres que não querem ou que não podem engravidar no momento atual, ou que estão enfrentando situações em que a sua reserva ovariana será agredida, como quimioterapia, radioterapia ou tratamentos agressivos para doenças autoimunes. É importante ressaltar que o congelamento de óvulos oferece uma possibilidade de gravidez que é determinada pelo número de óvulos congelados e pela idade da mulher quando do congelamento. O congelamento de óvulos, assim como qualquer técnica de reprodução assistida, não garante que haverá gravidez. Aconselha-se que a mulher pense nessa possibilidade antes dos 35 anos de idade. A partir desta idade, as chances de gravidez com óvulos congelados começam a cair e há uma necessidade de um número maior de óvulos congelados para se obter uma gravidez. Após o congelamento de óvulos, quando do desejo de gestar, os óvulos serão descongelados e submetidos à técnicas de laboratório (fertilização in vitro), para posteriormente embriões serem transferidos ao útero. Leia também sobre congelamento de óvulos em oncofertilidade.

Transferência de embriões descongelados

Procedimento em que o casal, tendo embriões congelados, seja por terem embriões excedentes ao tratamento de fertilização in vitro ou por congelamento eletivo de todos os embriões durante um tratamento de fertilização in vitro. Também o tipo de tratamento utilizado quando um casal ou mulher utiliza a adoção de embriões.

Coleta alternativa de espermatozoides

Retirada de espermatozoides por aspiração com agulha fina ou de forma cirúrgica do epidídimo ou testículo em pacientes com azoospermia (ausência de espermatozoides no ejaculado). Há variados resultados na obtenção de espermatozóides dependendo da habilidade do cirurgião e da condição clínica / causa da azoospermia do paciente. Realizado por médicos parceiros.

FIV/ICSI e Inseminação Intrauterina em produção independente

Muitas mulheres, apesar de não terem encontrado o parceiro ideal, mantêm vivo o desejo de ser mãe. Para essas mulheres é possível realizar técnicas de reprodução assistida (fertilização in vitro ou inseminação intrauterina) com sêmen de doador anônimo adquirido em empresas especializadas e autorizadas pela ANVISA para esse trabalho.

FIV/ICSI para casais homoafetivos

A partir de fevereiro de 2013, a regulamentação do Conselho Federal de Medicina prevê de forma clara e legal a realização de tratamentos para engravidar em casais homoafetivos. A seleção do sêmen de doador anônimo deve ser feita conforme desejo do casal através da aquisição em bancos de sêmen autorizados pela ANVISA. Uma das mulheres é submetida à fertilização in vitro e os embriões podem ser colocados no seu útero ou no da companheira. Esse tipo de procedimento é regulamentado e pode ser realizado sem infrações à lei. Leia mais legislação em reprodução assistida.

FIV/ICSI com recepção de óvulos doados

A recepção de óvulos é prática permitida no Brasil, considerando-se algumas regras. A prática permitida no país é a doação compartilhada de óvulos, onde a doadora compartilha parte de seus óvulos (o excedente ao seu tratamento) e a receptora de óvulos compartilha dos custos do tratamento da doadora. A doadora deve ser uma paciente que tem indicação médica para realizar a fertilização in vitro e preencher critérios para ser doadora de óvulos. Deve ter tipo sanguíneo e características semelhantes, bem como seus familiares, às do casal receptor de óvulos. A doadora é sempre uma paciente que também deseja ter filhos e tem indicação de realizar a fertilização in vitro. Portanto, ela é assegurada de que caso produza menos óvulos do que o esperado para suprir a demanda de duas pacientes, a prioridade será sempre dela. Nessa situação, o tratamento da receptora é suspenso e reiniciado quando houver outra doadora de óvulos disposta a realizar tratamento. A doação deve ser anônima e não ter nenhum fim lucrativo. A doadora e receptora não podem se conhecer. Leia mais legislação em reprodução assistida.

Fertilização in vitro (FIV/ICSI)

A fertilização in vitro é a técnica de reprodução assistida que, de forma geral, envolve a maior complexidade de um laboratório de reprodução assistida.

Nessa técnica, a mulher é submetida à estimulação da ovulação através do uso de medicações injetáveis, sendo acompanhada com a ultrassonografia pélvica periódica, aproximadamente a cada dois dias. A paciente é então submetida à captação dos óvulos por meio da ecografia transvaginal acoplada a uma agulha de aspiração, sob sedação. Estes óvulos são encaminhados ao laboratório de fertilização in vitro onde, em contato com os espermatozoides do companheiro (ou doador anônimo), darão origem ao(s) embrião(s) que posteriormente será transferido para o útero da paciente.

É geralmente indicada nos casais que contemplem um ou mais dos seguintes critérios:

  • 1. Obstrução ou alteração funcional importante das trompas uterinas
  • 2. Alteração seminal (quantidade, motilidade ou qualidade dos espermatozoides)
  • 3. Tempo de infertilidade prolongado (a literatura científica alerta que casais que tentam engravidar há mais 3 anos dificilmente conseguiram de forma natural sem nenhuma intervenção)
  • 4. Idade avançada da mulher
  • 5. Tentativas de engravidar sem sucesso com métodos de baixa complexidade, como o controle de ovulação e inseminação intrauterina
  • 6. Baixa reserva ovariana
  • 7. Endometriose

A Associação de fatores acima deve agilizar a realização da fertilização in vitro sob pena de diminuir as chances de sucesso no tratamento caso haja retardo na indicação.

As chances deste procedimento variam conforme a idade da mulher, a qualidade dos óvulos, a qualidade do sêmen e a facilidade de colocação dos embriões dentro do útero. Suas chances de sucesso oscilam, em média, entre 5% e 60% de sucesso, dependendo dos fatores acima citados.

Assista ao vídeo explicativo sobre fertilização in vitro abaixo.

Cirurgias femininas para infertilidade

Videolaparoscopia
Procedimento cirúrgico de pequeno porte para liberação de aderências pélvicas, avaliação da permeabilidade das trompas e tratamento da endometriose. Pode ser de grande porte quando se faz necessária intervenção maior nos casos de endometriose profunda. Realizada por médicos do Embrios ou por médicos parceiros.

Histeroscopia cirúrgica
Quando da presença de alterações anatômicas dentro da cavidade uterina, como presença de miomas, pólipos, sinéquias (aderências) ou septos, há necessidade de correção através deste procedimento, realizado em ambiente hospitalar e por médicos parceiros. Também indicada em falhas de implantação embrionária e abortamentos de repetição.

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